domingo, 24 de julho de 2011

Still Alive

Sim, ainda vivo. Obviamente, estou na correria, senão, não estaria há mil anos sem postar. =P

Tenho novidades:

*Em agosto:
- recomeço minhas aulas de inglês, após um milhão de anos ensaiando o retorno;
- volto pra facul para me especializar em Direito Internacional;
e…
- fui promovida! Da Augusta/ Oscar Freire para Paulista. Continuo na mesma empresa, mãs, ao que me parece acaba o atendimento ao público.

Pois é… é isso. Fobia. Das três mudanças. 


***

PS:

Vou aderir a campanha:

Eu gosto de blogs porque leio sobre as pessoas que o escrevem. Suas opiniões, sua forma de ver um fato, seus versos, seus contos, enfim, as coisas que eles perdem um tempinho para compartilhar com a gente (me incluo aqui também). E, ficamos muito felizes quando alguém gosta de um texto nosso, comenta, curte, tuita… Entretanto, acaba sendo muito chato quando um texto é copiado de outrem sem creditar o autor. Então, pessoal, se você quiser copiar, sendo um escritor famoso ou um simples blogueiro: CITE A FONTE! É respeitoso, lisonjeiro e todos agradecem e apreciam! 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Da série: Coisas que só acontecem comigo

Tem coisas que só acontecem com gente, certo? Certíssimo! Às vezes, fico em dúvida se Murphy é meu anjo da guarda, ou, se existe uma grande câmera escondida que nunca para de filmar.

Ainda lembro, dos tempos de facul: 
Quarta-feira, prestes a sair de casa para aula, com o quê eu me deparo, em cima da maçaneta da porta? Sim! Era uma lagartixa. E, fato que eu tenho pavor de lagartixas. Mandei uma mensagem pra uma colega avisando a razão do meu atraso. Várias tentativas e nada da bichinha sair da porta. Até que, brilhantemente, taquei inseticida na infeliz, somente o necessário para entontá-la e fazê-la cair da fechadura. Escorracei-a de casa (só porque ela era mini) e lá fui eu para aula.
Quarta-feira seguinte, saio de casa, pego o elevador com mais três pessoas e ele para. Ligamos pra assistência e o técnico pergunta se pode ir no dia seguinte. (Tá de sacanagem, né? Tem QUATRO pessoas no elevador.) Novamente, mensagem para aquela colega justificar meu atraso.
Mais tarde ainda naquele dia, fico sabendo que minha colega, não muito crédula, mostra a mensagem para outra:
- Você acredita? 
- Com a Kamila? Óbvio! Essas coisas sempre acontecem com ela.

(...)

Semana retrasada, depois de uma semana de TPM forte e outra de enxaqueca nível máximo, vem o zelador e me diz que há um vazamento no banheiro do andar de cima. Ou seja, a parede do meu banheiro vai ter que ser quebrada. Quanta alegria! ¬¬ E mais, o trabalho vai ser em três dias (não entendi o motivo dessa piada de português): o primeiro para quebrar a parede, o segundo para trocar o encanamento e, finalmente, o terceiro para refazer a parede. Ainda argumentei que não havia indícios de vazamento no meu apê, mas né? O que que eu entendo disso?
1º dia: parede quebrada, sujeira do cão. Pedreiro não achou indícios de vazamento. É estranho ficar com a parede aberta. A noite, sozinha, escuto o barulho de louça quebrada. Ninguém me avisou, mas alguns azulejos tinham tendência suicida. Mais sujeira, eba! ¬¬
2ºdia: ouvi barulhos vindos do banheiro. Houveram ameaças, mas os que sobreviveram ainda estão colados na parede. Nada de encanador. Parede aberta me encara.
3º dia: os ameaçadores cumpriram a promessa. Cheguei em casa e metade da parede estava no chão. Nem sinal do encanador. Mais sujeira. A parede continua lá, aberta.
4º dia: o encanador deu uma olhada, não achou o vazamento.Apenas disse que ia trocar o cano mesmo assim e foi embora. Situação: Estou me apegando ao lado de dentro da parede.
Final de semana.
Hoje: nada de encanador. A parede continua aberta. Ele ligou e disse que vem amanhã às 08:00h. Aquele mesmo que faltou 3 dias e quando veio, foi no final da tarde. Ahan, senta lá, Claudia!

domingo, 3 de julho de 2011

Final (?) Feliz

Era uma vez, um príncipe e uma princesa. Eles se conheceram, apaixonaram, venceram a bruxa má, casaram, tiveram filhos, enfim, o final feliz perfeito.
No começo, o jovem casal saía todos os dias para passear pelos jardins do castelo; todas as semanas, para bailes; todos os meses, para viagens. 
Com o tempo, essas saídas foram rareando... A princípio, a princesa ficava chateada de ter que ficar todos os dias dentro do castelo, ocupada somente pelos filhos e pelas tarefas domésticas. Depois, ela acostumou-se e mal queria sair de casa. Era uma tortura, na verdade. Tinha vontade de ficar apenas no seu casulo seguro. Diziam, os criados, que eram um sinal de leve depressão.
Eis que um dia, o príncipe apareceu com a novidade: iriam naquele mesmo anoitecer a um baile!
Surpresa, lá foi a princesa em busca dos preparativos. Infelizmente, fora avisada tão em cima da hora que teria que repetir o vestido. Uma pena!
Tempos antes do combinado, o príncipe aparece ao quarto de arrumações da princesa. Ela pacientemente mexe nos cabelos, escolhe os sapatos, senta-se a penteadeira para começar o ritual de maquiagem.
A princesa tenta ignorar a impaciência do príncipe. "Oras" - pensava - "já faz tanto tempo que não vou à corte. E, se vou repetir o vestido, é essencial que esteja milimetricamente impecável."
Acabou descobrindo que o príncipe lhe dera o horário errado (como sempre! ou horário, ou endereço, ou data...) e, na realidade, estavam atrasados.
Discutiram. 
O príncipe saiu batendo portas e foi ao baile. Sozinho.
A princesa foi acometida por uma crise de enxaqueca. Deitou-se.
Entretanto, ela pode perceber que ele chegou muito além do final do baile.
Na manhã seguinte, tomaram café juntos.
Ela não perguntou. Ele não comentou. Ela nunca soube o que de fato acontecera.

O encanto se trincou.