segunda-feira, 30 de maio de 2011

Don´t call me, baby, baby!

Porque você não vai conseguir entender minha fala!
Elas voltaram mais uma vez: as aftas! E dói, gente! Como dói!
Sempre tive esse "probleminha": se me estressar, elas aparecem; se comer cítricos em grande quantidade, lá vem elas; se mascar chiclete, e lá vamos nós, e se morder a boca, nem se fala!
Já me disseram que o aparecimento tem ligação com baixa com a imunidade. E, realmente, quando fico doente é comum aparecer uma ou outra.
Também já tentei vários remedinhos: anestésico, pomadas, líquidos que ardem a valer, açúcar... A última é a tal pedra ume. Diz que arde horrores e as minhas são gigantescas. Mas, amanhã tenho que ir a farmácia, sem falta.
Como eu sobrevivo com isso? A baixa imunidade e o estresse, infelizmente, não tenho como controlar. Mas, tento administrar a quantidade de cítricos e não masco chiclete. Não masca chiclete? Pois é. Não. Quer dizer, muito, mas, muito raramente. Segundo minhas tentativas, se eu parar de mascá-lo pouco antes de "perder o açúcar" as chances das minhas amiguinhas aparecerem é menor. Mas, né? Que graça tem, ficar controlando o tempo que o chiclete fica com você? Eu quase sempre esquecia... Daí comecei a notar que era melhor trocar por uma bala do que ficar semanas com as miseráveis hóspedes.
Dessa vez, eu sabia que elas vinham... Tudo começou com um vagaroso almoço de sábado em que eu mordi a língua. (Eu tava comendo devagar, porra!) Aliás, essa é uma das coisas que me deixa mais fula da vida: morder a boca/língua. Primeiro pela dor que acho comparável a de chutar um móvel com o dedo mínimo. E segundo pela visita que, eu já sei, não tardará a aparecer. 
Aí, na segunda-feira, um pouquinho mais apressada, mordi a boca. Inferno!
E cá estou eu agora: falando toda troncha, com uma família de aftas no lábio, uma gigantona na língua e uma oportunista embaixo da língua. Afffffffffffffffffffffffff!!! 


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Essa estranha forma de amar...

Uma foto, assim, totalmente londrina...
Desde os tempos de colégio. Desde mil-novecentos-e-guaraná-de-rolha. Desde o SÉCULO PASSADO.

A partir daí, começou a nossa história de gato e rato: estudávamos no mesmo colégio, em Criciúmããã. Ele resolveu mudar de escola, eu fiz inglês lá perto. Ele foi morar em Tubarão, eu fui, dois anos depois, para Armazém e ia toda noite para lá fazer facul. Finalmente, dois anos mais tarde, consegui a transferência para Sharkcity. Um ano após, ele foi pra Recife, viver sua love story. Eu três anos mais tarde, vim para São Paulo. Tudo bem, não é do lado, mas é mais perto que o Sul, neam?
Visitei-o duas vezes, fora as visitas dele ao Sul.
O lance mais recente: agora, era a vez dele, ficou entre Sampa e London.
Obviamente, deu Londres na cabeça. Não que eu não adore a Paulicéia, mas, a charmosa ideia de viver no Velho Mundo, ai, ai...
E, eu, fui lá, fazer companhia e matar um pouquinho da saudade. Ficar junto até o portão de embarque doméstico internacional. (existem poucos números no mundo, para os dos portões serem repetidos)

São poucos os amigos que tenho. Aqueles, ditos verdadeiros. Aqueles que, por mais afastados, ao reencontrarmos, parece que vimos ontem. Os que falam o que tem que falar e que jamais nos magoam com esses preciosos toques. Aqueles que nos fazem sentir uma das formas mais verdadeiras de amor: a amizade. E, é recíproco. Ao tentar contá-los, sobram os dedos das mãos.

Chegaram bem, contou-me o Facebook.
Ao menos, já tenho onde passar férias ano que vem. =P
Enquanto isso, só me resta torcer: vai dar tudo certo... (Nem desconfiamos, mas, na verdade, já deu!)

sábado, 14 de maio de 2011

Finalzinho do Dia das Mães...

Baseado em fatos reais.
Meu irmão ia levar a namorada em casa.
Eu - Ah, será que você pode passar na rodoviária e comprar duas passagens até Floripa? Estou com receio de que acabem. Pra amanhã, às 9h.
Namorada - Ah, eu também vou nesse ônibus! Só que fico em Tubarão.
Eu - Legal! Vamos juntas! Ó, o meu cartão. 
Irmão - Qual a senha?
Eu - ******** (hehehe) Já vê na ida, daí me confirma.
Duas horas depois, no telefone:
Irmão - Qual a senha mesmo?
Eu - ¬¬ ******
Ao chegar em casa:
Irmão - As passagens.
Eu - Poltronas 11 e 12? Legal. Hum… 9:01? Ah, deve ter lotado um ônibus e eles puseram outro… 
Irmão - Não! É que tem dois ônibus: um vai direto pra Floripa e um para em Tubarão…
Eu - Ah, tá. E qual você comprou? 
Irmão - ¬¬ Tu não vais ficar em Tubarão?
Passagens: Criciúma - Tubarão
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Macriagi...

*macriagi: termo proferido por uma prima, aos três anos, ao abrir seu presente de Natal - um estojo de maquiagem com unhas "portiças".

Eu adoro maquiagem. Sério. Vivo comprando. Acho lindo aquelas mulheres que a usam tão perfeitamente que estão produzidas para ir a qualquer lugar, a qualquer hora. Um porém: eu dificilmente as uso.

Estava pensando isso, ontem, no ônibus Criciúma-Floripa. É que subiu uma menina mega-maquiada. Com os olhos super pintados, uma paleta que ia do dourado/marrom ao preto, aquela hora, da ma-dru-ga-da (nem tanto). Na saída, a make continuava perfeita. Das duas uma: ou ela não dormiu um tiquinho se quer nas três horas de viagem, ou... ela não acorda igual a mim, enfiando o dedo no olho e lambuzando toda possível pintura existente.

A falta de uso de maquiagem não tem motivo específico. Eu simplesmente esqueço, sei lá. Nunca tive esse ritual feminino. Não lembro dessa descoberta mágica fazer parte da minha adolescência. Usava batom e um rímel transparente, no máximo. 

O rosto lavado sempre me foi tão mais prático. Costumo justificar o "não usar blush" com "vou a pé para o trabalho" e, portanto, chego bem coradinha, assim como pó e familiares, que se desmachariam na caminhada, além da falta de rímel/lápis/sombra, por estar sempre coçando os olhos. É a minha rotina matinal (deixemos as necessidades fisiológicas de lado): lavar o rosto, escovar os dentes, pentear os cabelos, desodorante, perfume, batom (geralmente cor de boca), trocar de roupa e, finalmente, elevador.

Ainda ontem, já no metrô, uma outra garota se pintou, ali, na minha frente. Era uma coisa mais discreta que a primeira menina, mas com direito a tudo: do corretivo ao gloss. E com uma facilidade... 

Não sei por que razão, mas, ultimamente, essa falta de pintura me incomoda um pouco. Não que ache que meu rosto tenha mudado, esteja precisando desesperadamente ou algo do tipo. Mas o fato de rímel não estar lá, incomoda.

Por praticidade, coloquei um rímel, uma sombra neutra e o blush ao lado do batom de-todo-dia. Estão lá há uma semana, largados... Vamos aguardar. 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Eu quebro correntes...

Então... eu até queria fazer um post sobre o casamento real semana passada, mas, todo mundo já assistiu/leu/twitou/conversou(...) sobre. Aliás, a minha cobertura do ídolos made in twitter, parece que foi mais divertida que a do casório. Também, convenhamos, de madrugada e ressaqueada, não há quem me aguente. Resultado: followers debandando! hauahauahauhauaha Não foi bem assim, mas, ok!

Entretanto, adorei os momentos de cultura britânica (não é surpresa que eu tenha uma quedinha por história, principalmente sobre monarquia), como: saber que a Rainha não canta o hino porque, neam, "God save the QUEEN" (dãããã) e que Catherine não poderá ter o título de princesa porque é plebéia. 

Mudando de assunto...

Com esse negócio de corrente via SMS, sou obrigada a dizer: "desculpaê, mas, EU QUEBRO CORRENTES".

A primeira e única corrente de que participei foi quando eu era criança. Foi algo mais ou menos assim: Eu recebi uma carta. Nela continha a história de uma corrente que começou não-sei-onde e não-sei-quando e que consistia em enviar aquela mensagem a um número x de pessoas. Além disso, a carta tinha uma lista de pessoas, ao primeiro nome da lista tinha que enviar um cartão postal e, pronto! Em n dias, eu receberia um milhão de cartões postais. Pfff! E aí? E aí, que eu, criança-feliz-desocupada, fui lá dar continuidade a porcaria da corrente.

Sabe quantos cartões postais eu recebi até hoje? 

Parabéns pra você que respondeu ZERO. E não foi porque eu mudei de endereço, porque meus pais ainda moram lá, foi porque quebraram uma corrente que começou não-sei-onde e que tinha anos de estrada. Também, o que que eu ia fazer com cartões postais? Affff... esse povo desocupado, viu?

Anyway... gente, não sou traumatizada nem nada, mas, eu quebro correntes. Se for email em powerpoint mesmo..., pode esquecer, nunca será aberto e irá direto para lixeira. Aliás, emails com vídeos (que só são repassados), geralmente, tem o mesmo fim. 

É uma coisa broxante, você abre feliz aquele email que seu amigo lhe enviou, e se depara com listas e mais listas de endereços de email e reenvios e no fim um powerpoint.

Tem também as correntes que vem escritas no próprio email. Muuuuito bonito. Essas trazem a mensagem e uma ameaça derradeira. Aí, você pensa: que p... é essa? Que p... de amigo é esse? 

E as religiosas? Trazem uma oração e uma praga! Que relação é essa que vocês, criadores de correntes, tem com Deus, que serão castigados se não encherem a caixa de entrada dos outros com emails? 

Uma dica: se você está repassando porque realmente gostou do texto, tira a parte ameaçadora fora. Aposto que as pessoas ficarão mais felizes em receber.

Voltando ao casamento: eu (e a maioria) gostei do vestido. Prefiro as noivas clássicas, fato. Achei que a maquiagem podia ser um pouquinho mais elaborada e que a aliança podia caber no dedo de prima, mas... cada um, cada um, não é mesmo?

AHHHHHHHHHHHHHH, (quase esqueci) repasse imediatamente este texto SENÃO bodes possuídos pelo demônio vão se mudar para sua casa e comer todas as suas meias, fazendo você pensar que alguma coisa esta errada com sua máquina de lavar, pois, suas meias sempre desaparecem. (via desciclopédia)
Tenha um bom dia!

PS: E, se você realmente adora correntes, saiba que você pode criar a sua PRÓPRIA corrente: aqui! *.*