terça-feira, 26 de abril de 2011

Já que tá na promoção, neam...

Então… sabe aquelas coisas que você deixa pra depois e o depois nunca chega? No meu caso, esse depois específico não chegava porque paravam de vender. E todo ano era a mesma coisa: deixa, depois eu compro e… nunca mais.

Desde quando a Kinder vende ovo de Páscoa? Não sei, não lembro. Mas o fato é que desde o primeiro ano que o vi lá, penduradinho, no meio de tantos outros ovos, eu o desejei. E nunca o tive. 

Um outro tipo de chocolate (geralmente branco) sempre ganhava seu lugar. E, acreditem, eram muitos! E foram todos muito bem-vindos, obrigada.

Anyway, esse ano… 

Foi a mesma coisa! Incrível! Primeiro eu me apaixonei pelo Laka de 730 gramas. O que era aquilo? Mas depois vi aquele ovo em forma de bombom, ah, um Ouro Branco gigante. Já era! Foi comprado um mês antes da Páscoa, e apesar das inúmeras tentativas do formigão que vive por aqui, conseguiu chegar intacto até domingo pela manhã. Entretanto, cada vez que ia ao mercado ainda continuava namorando-o a distância, mas... deixa para amanhã.

Daí, no domingo abri o ovo-bombom toda empolgada e… que decepção, hein? Dois bombons e um mísero ovinho como recheio e a espessura do chocolate? Não gosto nem de lembrar. E ainda teve gente (formigona) que teve a pachorra de reclamar, dizendo que ele dava AZIA! Agora, pergunta se eu consegui comer mais de um quarto do bendito ovo? =/

Bem, com tanto rebuliço na tv sobre os chocolates, Páscoa e o que sobrou, ou não, e com a iminente ida ao mercado, resolvi dar uma olhadinha nos ovos que restaram. Vai, né, que sobrou um, mesmo que quebradinho… só pra eu ver como é! =P

Na entrada do mercado, um menino com uns 9 anos, passava no caixa agarrado no seu Kinder ovo. Até comentei: pelo jeito que está agarrado, deve ser o último. 

Resultado: procurei e procurei nos que restaram e nada! Maldito menino gordinho que chegou antes de mim! Ok, ok, deixemos de infantilidade e despeito, ano que vem eu compro. (Se não aparecer outra novidade mais legal!) Afinal, deve ser só um kinder grandão e bem mais fininho. Bléh! 

Continuei minhas compras. Quando finalmente cheguei ao caixa: surpresa! Todos os 34874584593 ovos Kinder do mercado estavam ali! Agarrei o meu (que dúvida!) e vim para casa feito o menino gordinho que chegou antes de mim! =)

PS: Depois tiro uma foto da surpresa para postar aqui =P

segunda-feira, 18 de abril de 2011

… e, eu vou sentir saudades das suas tardes livres, em que seus abraços me encontravam no caminho de volta...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Às fadas madrinhas...

Era uma menina quase como outra qualquer. Apenas criada como se estivesse em uma redoma de cristal. E, era lúdica, uma criança tão lúdica! Crescia sem ver o lado feio das coisas. E quando o via, logo esquecia. Refugiava-se no seu mundo. O seu mundo tão particular, com fadas, princesas e bichos encantados. Refúgio também das bebedeiras do pai e das consequentes brigas entre ele e a mãe.

Um dia, em meio a gatas borralheiras, cinderelas e abóboras, por meio da voz de sua mãe, a menina descobriu a figura da fada madrinha. E, sim, aquela mesma voz lhe confidenciou que ela, a menina, tinha uma fada madrinha! E a sua fada madrinha era tão bela! Parecia a Madame Rizzo! E mais, descobriu ainda que, se se portasse bem e tirasse boas notas na escola, seria presenteada! Sabia que passaria de ano sem problemas e era uma boa menina. 

Assim que obteve o boletim do quarto bimestre, fez uma cartinha. Toda caprichada, cheia de desenhos e cores. Ela e a mãe escolheram o lugar ideal para que a fada madrinha a achasse sem problemas. Escolhido o local, voltou a menina a brincar. De repente, quando olhou para a estante… Surpresa! A cartinha havia sumido. "Olha, mãe! Ela já levou! Eu estava aqui no sofá e nem vi!" 

Dias depois, a menina e a mãe foram a loja de brinquedos e escolheram o presente. Uma menina-flor! Um vaso que se transformava em boneca. Deixaram o presente reservado na loja, pois, mais tarde a fada madrinha passaria lá para pegá-lo.

Quando chegaram em casa, foram surpreendidas. O presente já estava lá. Em cima da cama da menina. Os seus olhinhos brilhavam de satisfação. Passou o resto da manhã a brincar com o presente da fada madrinha.

Durante o almoço, a menina entusiasmada relatou os fatos ao pai. Este, deu uma risada debochada: "Tolice! Não sabes então que não existem fadas madrinhas? Isso é coisa da tua mãe!" "Verdade, mãe?" A mãe assentiu com a cabeça. Chateada e enraivecida, olhou para o pai: "Seu sem graça! Precisava fazer isso? Parece criança!"

A pequena baixou a cabeça, voltou os olhos para a comida e terminou a refeição em silêncio. Em breve, aquela história seria esquecida, pois, era o que fazia quando algo a desagradava: trancava numa caixinha. Quase nunca lembrava delas, e, quando voltavam a tona, ela as trancava novamente. 

Por fim, deixou a mesa em silêncio, e, passou a tarde toda a brincar, a brincar com a boneca que tinha ganhado da mãe.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Blog de um assunto só...

Esses tempos, estava pensando seriamente em direcionar o blog para um tema apenas. Mas, logo, vi que não daria certo… O motivo pelo qual desisti da ideia, foi exatamente o que encontrei em outro blog. 

Ontem, estava navegando a toa… e fiquei super feliz: achei um novo (para mim) blog sobre séries! A descrição prometia tudo sobre todas as séries. Comecei a ler. Textos muito bem escritos, gostosos de ler,  um tema puxando o outro… fluiu, sabe? Então, resolvi procurar as minhas séries favoritas e, aí, fui surpreendida: uma delas, a que mais gosto atualmente, tinha quase zero citações, e, as poucas existentes, eram para falar mal, dizer que não suportava a voz da protagonista, que não aguentava assistir aquilo. E não só isso: havia um post com uma lista de séries das quais o autor não gosta e por isso não escreve. Hã???

Ok, ok. NINGUÉM precisa gostar de todas as séries, muito menos assisti-las. Só que, se você se propõe a criar um blog que fale absolutamente sobre TODAS as séries ou qualquer outro assunto… A descrição foi o maior problema, na minha humilde opinião, muito abrangente, criando muitas expectativas no leitor (como meu caso, por exemplo, que adoraria ler os mesmos textos bem escritos sobre o que eu gosto de assistir). Mudar a descrição do site talvez seja o mais prático, você fala somente sobre o que gosta e finito. Sem cobranças por parte dos leitores. Afinal, "O que seria do amarelo se todos gostassem do azul?"

Quanto ao meu blog, melhor deixar assim mesmo, um diário pessoal público!