quarta-feira, 30 de março de 2011

Educação manda lembrança...

Hoje foi um dia do cão! Nem foi uma enxurrada louca de trabalho, mas foi tanta má-educação… Eu podia ficar aqui reclamando desse pessoal pitizento, gritão, grosseiro e mais um monte de coisas que me deixaram profundamente irritada, mas, né? De que adianta? Não sou eu, em cinco minutos, que vou conseguir fazer esse povo entender o outro lado das coisas, apesar de tentar. Então, é tocar a bola para frente e buscar esquecer todas as cenas de grosseria presenciadas… Enjoy!


sexta-feira, 25 de março de 2011

Novos Ventos...

Às vezes, buscamos novos horizontes, em outras, eles nos perseguem… Começo a sentir que novos ventos sopram… finalmente!

Será um texto vago. Não tenho muito a dizer por hora, só a vontade de escrever…

Penso em quando, enfim, vou poder dizer que me encontrei profissionalmente. Acredito que, agora, não está mais tão distante assim mas… quem sabe? Eu deveria saber, but...

Entre retalhos, linhas, giz de cera, sons e letras estou procurando e aos poucos me descobrindo…

Há dois novos projetos que quero por em ação: um caminha mais rápido que o outro.

Não tenho, não devo, não posso muito mais dizer… Mas quando puder, ao passo que, eles vão saindo do papel, vou postando...

sábado, 19 de março de 2011

Hoje é dia de… Friends!

Chandler, Joey, Ross, Rachel, Phoebe, Monica (sentido horário)
Para quem nunca ouviu falar… 

"Ross, Rachel, Mônica, Chandler, Joey e Phoebe formam um grupo de seis amigos que lutam para se sobressair e progredir na competitiva vida de Manhattan. Humor inteligente e apoio mútuo incondicional são os ingredientes para que essa amizade seja cada vez mais forte e supere os obstáculos que a vida lhes apresenta. Trabalho, família, responsabilidade, dinheiro, sexo, compromisso e, sobretudo, amor e amizade, são alguns dos temas que preocupam e divertem esses personagens. Série em dez temporadas. A trilha de abertura 'I'll Be There For You' (Rembrandts), tão famosa quanto o programa, definiu perfeitamente o significado da série." (Baseado em Minha Série)

Sou fã da série. Adoro quando estou no Sul e, eu e meu irmão ficando revendo os episódios por horas, morrendo de rir. 

Aos poucos estou comprando as temporadas. (Infelizmente, comecei antes de lançarem a caixa com todas =/) Mas, qual a graça de assistir em casa, se, a outra parte dela NÃO gosta de Friends? Claro, ninguém é obrigado a gostar das mesmas coisas que eu. Porém, eu só admito que a outra parte não goste depois de assistir 2 episódios! hehehe Porque não gostar de algo sem provar nem tem graça… Aliás, que mania que esse povo tem de dizer que não gosta sem ao menos provar, tsc, tsc…

Tentamos realizar o acordo, duas vezes. Na primeira, o namorado simplesmente dormiu. Tudo bem, tinha sido um dia bem atribulado e tals, mas… né? Dormir?!? Já na segunda, conseguimos assistir aos dois episódios. Digamos que não foi totalmente bem sucedido. O namorado estava com um humor digno de TPM e o episódio piloto e o primeiro da primeira temporada não animaram muito…

Resolvi dar um tempo, então… Até que, ontem, em casa, de preguicinha, com cebolitos, pizza, cerveja… Oportunidade perfeita para tentar mais uma vez! Muahahahaha!

Ontem foi divertido. Vimos bem mais que dois episódios e rimos a valer. Chandler foi o ponto alto! Acho que conquistei mais um adepto da série!

Bom… Agora tenho que ir… Tem alguém me chamando pra terminar de ver a primeira temporada! =P

quarta-feira, 16 de março de 2011

Momento Scarlett O'Hara


She
May be the face I can't forget.
A trace of pleasure or regret
May be my treasure or the price I have to pay.
She may be the song that summer sings.
May be the chill that autumn brings.
May be a hundred different things
Within the measure of a day.
She
May be the beauty or the beast.
May be the famine or the feast.
May turn each day into a heaven or a hell.
She may be the mirror of my dreams.
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell
She who always seems so happy in a crowd.
Whose eyes can be so private and so proud
No one's allowed to see them when they cry.
She may be the love that cannot hope to last
May come to me from shadows of the past.
That I'll remember till the day I die
She
May be the reason I survive
The why and wherefore I'm alive
The one I'll care for through the rough and ready years
Me I'll take her laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I've got to be
The meaning of my life is
She, she, she




(Elvis Costello
Composição: Charles Aznavour / Herbert Kretzmer)

Eu nem ia escrever, mas...


Acho "She" uma música linda. Sempre achei. Fui procurar ontem no youtube para deixar tocando enquanto rolava o faxinão e me deparei com essa versão "Scarlett" da música.


Concordo. Scarlett O'Hara preenche os requisitos da letra. Falo com a certeza de quem não só assistiu ao filme incontáveis vezes, mas também, leu o livro. 


Aliás, o filme, inspirado na obra de Margaret Mitchell, conseguiu retratá-la fielmente. Quando li "… E o vento levou" já tinha visto algumas vezes o filme. E, para minha surpresa, consegui ver no papel todas as cenas da película. (Digo o mesmo de "Senhor dos Anéis", mas isso é conversa para outra hora.)  


E Scarlett? 


Sim, ela é egoísta e cheia de vontades, como também, dona de um imenso coração e de uma admirável coragem. A protagonista. Uma personagem complexa, imprevisível… incrível! De moça sonhadora, apaixonada, vítima de um amor impossível a chefe de família. Destemida, reconstrói a sua vida, sua casa e reúne seus familares. Enfrenta as dificuldades que lhe são impostas. Capaz de passar por cima de qualquer um, a fim de enriquecer e ser ver livre de problemas financeiros. 


A Scarlett, que ganhou vida através de Vivian Leigh, para mim, é uma das melhores atuações literárias e cinematográficas. Ela consegue transmitir emoção, bravura e coragem, e, ainda, ser mimada. 


Qualquer que seja a faceta, Scarlett O'Hara continua sendo uma das minhas heroínas preferidas.

terça-feira, 1 de março de 2011

Eu não sei! Eu não sei!

Pânico, terror e ranger de dentes… Tudo começa mais uma vez. O estresse do não saber o que fazer. Trabalho todo dia. Daí chego em casa e… tempo ocioso. Chega de internet, chega de TV! Quero me sentir mais útil, mais realizada (?). 

Ok, pós- só no segundo semestre. 

A volta ao inglês. Mas, ainda não é o suficiente… infelizmente.

Então, sábado fui fazer uma visitinha para Talitah. Vejo todas aquelas coisinhas maravilhosas que ela faz com todo amor e carinho e volto para casa encasquetada… 

Lembro daquele tempo em que minha preocupação era conferir estoques e ajudar na compra de tecidos. Dessa parte, tenho saudade! E, lembro de todos os tricôs, croches, bordados, costuras em que gastei parte da minha infância. 

Penso em fazer um curso de corte costura e poder me divertir a beça em casa. Mas, os gratuitos são longe de onde moro. E os pagos… hm… é para ser uma diversão, não uma fonte de despesas, certo? Além do mais, não tenho máquina de costura, ou seja, seria uma parcela extra para meu cartão de crédito, que, talvez, em pouco tempo fique jogada num canto obscuro do apê.

Eu sei que gosto da parte de compras. De escolher as linhas, os botões, os tecidos, as malhas, os acabamentos…  As cores e formas desse universo! Porém, ainda não sei o que comprar e o que fazer com minhas compras. 

Enquanto não decido, e, enquanto não sei se essa vontade é para ficar ou passageira, vou juntando uns trapinhos aqui em casa. Uma coisinha aqui, outra besteirinha ali… até decidir o que realmente fazer. 

Ah, aceito doações de retalhos! =P