sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Matando as saudades...

4a... #vaigordinha mode on!

Lombrigas alvoraçadas! Mal posso esperar por outro... Chega Março!!!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Botei meu sapatinho...

Ok, o Natal já passou (Feliz Natal, a propósito!) e 2012 tá aí. Nenhuma novidade.
Pensei em fazer uma retrospectiva de 2011. Tantas coisas interessantes aconteceram... Mudança de trabalho, meus pais em Sampa, volta às aulas, resolução de new job bláblá bláblá bláblá... nada que já não tivesse escrito ou citado no twitter.
Ah, novidade: Vou passar a virada na Praia do Sonho! Estou tão feliz!
Voltando... Aí, arrumando minhas coisas pro Sul (e aproveitando meus momentos de rarissímo descanso, jogadona no sofá da mamãe), fiz umas fotos dos sapatinhos comprados em 2011, ai, ai...
E lá vamos nós! (Reparem na perícia e criatividade... só que não! =P)
PS: Desisti de tentar configurar a posição das fotos. Difícil, hein, Mr. Blogger!

Para começar: meu oxford de menininho =P
Na dúvida, trouxe duas versões!


Para entrar 2012 brilhando!
Reza a lenda que era um desenho exclusivo, mas, vai saber...

Color Block!
Detalhezinho básico...
Essa não podia faltar... =)

Feliz 2012! 
Que os seus bons desejos se realizem!

PS: desejem que eu fique rycah!!! hahahahaha

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Eu só quis dizer...

Ajuda eu? Saudades da Xuxa Verde! E quem não tem?


Tenho passado esses dias quebrando a cabeça para decidir o que eu quero ser quando eu crescer. De verdade!
Uma nóia sem fim. Imaginem o quanto aporrinhei/aporrinho/aporrinharei todos ao meu redor e vocês que gastam esses minutinhos preciosos comigo (Thank You!) com essa história. Alguns dizendo que eu tenho que analisar o que faço e realmente gosto. Fácil assim. Outros que só tentando para saber.
Aí, entre as milhares de coisas que eu já pensei nesses dias e com as dicas básicas que recebi, eis que a lâmpada se acende: Já sei! Quero ser ~blogueira~ hahahaahahaha Ri não. É sério. Por enquanto.
Pensa no glamour de poder acordar todo dias às 9h, ok, 10, ..., sério mesmo, de 11 não passa, tomar café, trabalhar de pijamas, em casa, se arrumar com calma e sair por ai, tranquilamente em busca de pauta... (não copiem minha ideia!!! =P)


Aí, agora tô com o novo dilema: Faço um blog novo e deixo esse como diário desse jeitinho que sempre foi? Ofereço meus trabalhos e talentos a serem lapidados insistentemente em sites por aí? Transformo esse mesmo? Escrevo sobre o quê? Vocês vão me ler, comentar, twitar, etc...?

Poxa, gente, vai... Vamo botar a salxuxa pra dormir... e ajuda eu?
(Nota: se vc nunca assistiu esse video oi? a partir da 2ª vez que ele começa a ficar engraçado de verdade!)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Meu Quase Casting… (& A Inacreditável Habilidade de Ser "Inapropriadamente" Cri-Cri)

Quinta-Feira:
- Olha, amor, recebi um email de casting para peles aqui… Vou mandar uma foto sua!
- Minha? Por que não sua?
- Porque é um casting feminino?!? ¬¬

Sexta-Feira:
SMS: "Te chamaram para um teste! Posso marcar?"
Concordo. 
Vou ao banheiro e lavando as mãos, em frente ao espelho, constato que sombracelha precisa de um retoque. E, que aquela depilação que eu estava adiando para semana pré-Natal teria que ser adiantada.
Cinco minutos mais tarde, descubro que minha depiladora não trabalha mais no salão ao lado da minha casa. E agora? Um ano e meio de fidelidade, jogado assim, sem mais nem menos, no lixo. Sem um adeus, um nada. Por onde ela andará? Hum, deve ter aproveitado a dispensa e ter ido pro Maranhão tirar férias em família… Affff!! Ok, deixemos de mesquinharia, em casa me viro.

Sábado:
Saio do banho com aquela sensação de: mas, por quê eu tenho que fazer isso mesmo?
Enrolo para me arrumar. Descubro minha única camiseta branca decente na fila da máquina. "Ah! Que se exploda! Isso não é importante!"
Meio-dia e meia. Chego no endereço. Entro e olho aquela semi-organização. Sala quase cheia. (Mas pra quê que eu vim mesmo?) Assino um caderninho daqueles de presença. (Precisa disso mesmo, moderninhos?) Tem um cara falador na saleta, liga o som no Detonautas (argh!), depois, volta a falar, parecia aquele cara de colégio que fica fazendo gracinha pras menininhas (puta-cara-chato) e todas riem fascinadas. Eu não. Finjo não estar escutando, olhando uma colagem na parede. Descubro que é o fotógrafo. (Na verdade, escutei várias conversinhas particulares do pessoal que trabalhava naquela produtora, totalmente desnecessárias.) 
Uns minutos depois, a secretária diz que cai pegar o termo pra eu assinar. O termo, sabe? Aquela coisinha básica de direitos de imagem, duas folhinhas, no máximo. (Faço o teste hoje, se der certo volto mais um dia e voilà! #vaigordinha para minha conta! *.*) 
Chega o termo. Umas 30 folhas. Contando baixo. As outras meninas, também acompanhadas dos namorados, assinam quase sem ler. E, eu, ressuscitando aquela veia jurídica, lendo tudo. Linha por linha.
Tem uma atriz de teatro na sala e o contrato dizia: mulheres normais. Com uma cláusula de comprometimento, inclusive, de que todas éramos mulheres "normais", não atrizes, modelos, cantoras, nem que tivéssemos aparecido na mídia. Apenas comuns. E que, se aprovadas, teríamos que ficar 3 anos sem falar publicamente do assunto ou de outros produtos semelhantes, inclusive em redes sociais. (E meu BLOG? TWITTER? OMG? Tudo bem… A grana parecia legal, bom, e já que viemos até aqui…)
Aí chega a cláusula da disponibilidade. (TRÊS MESES? Mas que mulher normal é essa que fica totalmente disponível 3 meses. De boa?) 
O fotógrafo pergunta se eu ignorei a camiseta branca. Tenho vontade de responder: Se tivessem me avisado quando perguntei. Mas, respondo apenas que sim.
A secretária começa a tirar as medidas de uma menina ali. No meio de todo mundo. Não que alguém estivesse ligando. Mas.. pohan… tinha que realmente ser ali?
Primeira tentativa de fuga: Perante a falta de disponibilidade, (o cachê poderia ser legal, mas, o restante do ano/vida alguém teria que me bancar), tive que me pronunciar. Três meses, por períodos de 3 a 5 dias ou se for uma gravação internacional de 7 a 15 dias. (Muito legal poder viajar recebendo para isso. Mas, sabe quando o banco vai me dispensar com essa finalidade? Nunca é uma resposta bem aceitável.) Fui lá falar com a secretária. Ela me convenceu mostrando um espaço para marcar os períodos de  "indisponibilidades". 
Continuo lendo. Que contrato mal redigido! Aí começam a aparecer várias lacunas, provavelmente a serem preenchidas depois. Mas, eu tenho que rubricar todas as folhas. Como concordar com um espaço em branco? (Lá vem aquela mosquinha dos contratos zumbir no meu ouvido). Deixei umas folhas sem rubricar, até que… MULTA? Como assim multa? Para uma pré-seleção? 
Ok, pensei. Assino tudo lindo. Aí me chamam. Aí tem que ser durante a semana. Aí não me liberam. Aí minha conta corrente toma uma ré que já larga de no mínimo mil euros (ou seriam dólares? Contrato mal feito!)
A Fuga: Volto a secretária. Digo que terei que desistir. Que não posso me comprometer a uma multa, sendo que as datas estão indefinidas e que temos no máximo uma ideia de um período de tempo.
Ela tenta me convencer do contrário. Dizendo que uma pré-seleção. Que não existem valores estipulados.
Volto a argumentar dizendo que se assino um contrato, ele pode ser cobrado. (Penso que trabalho analisando contratos o dia todo. Não posso me deixar levar. Eu sei, diariamente, que pode dar errado).
Ela diz que aquilo não é um contrato. É um termo.
¬¬ Um termo de adesão? Ironizo. E percebo que é melhor desistir do que ficar gastando meu latim. Afinal, eu tive cinco anos e meio para aprender contratos… rsrsrsrs
Ela ainda termina dizendo que o tal termo é daquele jeito para a gente ir "acostumando com os contratos da referida empresa".
- Então eu não preciso assinar nada disso.
- Não, tem que assinar.
- Ok, então, eu prefiro desistir.
Achei que era a coisa certa a fazer. Até porque naquele clima, fazer teste de vídeo/foto ou não fazer… dava na mesma.
Saí achando que fiz o que era certo. 
Foi só botar o pé na rua pra me sentir um lixão. Por não ter a mesma cara de fascinada/ingênua com aquilo tudo como as outras meninas tinham. Por não ser/parecer eternamente grata por terem me chamado. Por ser extremamente desconfiada de todos os papéis que tenho que por meu nome. C'est la vie!
Sorte ter o namorado apoiando. Apesar de saber que ele queria que eu tivesse feito. Mas, também, ele queria que fosse um lugar mais legal. Com mais cara de profissional. 
"Pena ter sido assim. Mas você era a mais linda de todas. Ia levar fácil!" Ai, ai… <3<3 Tem como não amar?

Segunda-feira:
Toca meu telefone. Alguém querendo marcar o casting. Aviso que já fui no sábado. O alguém me dá a desculpa esfarrapada de que meu nome estava em duplicidade na lista. "Vamos torcer, então! Boa sorte!" Aviso que não fiz o teste, porque não concordei com o termo. "Ah tá. Tchau, tchau." Essa foi a resposta para não concordei com o que estava escrito no termo. Simples assim.

*A campanha? De uma linha de produtos de higiene pessoal (?). Provavelmente, ano que vem, vai aparecer alguma propaganda com várias latinas, asiáticas e indianas… O nome? (Olha a responsabilidade jurídica aí, gente!!) É quase como se fosse… O Amor em outra língua. ;)

domingo, 27 de novembro de 2011

Das duas coisas que eu achei que NUNCA faria...

Uma pequena observação: eu tô de FÉEEEERIAAAAAAAS! (só da facul, mas, já vale!)

Como diria Punk Brewster a Glomer (ou seria ao contrário? ou seria no Chaves? ou...), anyway: "Nunca diga nunca." (errr... alguém é do tempo de Punk Brewster?)

Não consegui achar o nome do fotógrafo. Mas...
ó o site http://www.navegandonaweb.com 
A primeira? Dia 17/09/2011, eu estava lá, esperando... Um amigo convidou, e, perante a facilidade de adquirir o ingresso, eu estava lá. Numa área VIP (*.*) super tranquila. Em ótima companhia. Tomando meu bons drink. 
Sim! Ela atrasou. Mas quando a manicure doida apareceu do nosso lado dizendo que Rihanna era uma diaba linda... Pronto! Sabíamos que faltava pouco para estarmos pulando com "Only Girl in the Wolrd".
E assim foi. Um show bonito, com todo mundo ao redor sabendo TODAS as letras (e nada de imbromation!).
Rihanna teve domínio total do público.
Desafinou? Com certeza! Mas quem liga para isso num show? Eu, particularmente, prefiro uma desafinadinha marota ao playback. Sustentou o colã da foto com um corpo de dar inveja, muita! (E, olha que eu estava nessa mesma distância que foi tirada a foto.) Claro que na saideira tinha alguém falando mal dos JOELHOS dela! Mas... né? Preciso comentar? Com aquele rosto e corpo? PURAMORRRR!
Não. Ela não trocou de roupa. E daí? Qual o problema? E sim! Ela desceu do palco para brincar com a galera e subiu fula da vida (só até chegar ao palco novamente). Coisa que qualquer faria, inclusive eu(!), se, um (rã-rã, pigarreando) fã grudasse no meu cabelo.

A segunda é pior... hahahahaha Essa eu realmente JAMAIS em-toda-minha-vida cogitei fazer e de contar para alguém!!! hahahaha (risadas nervosas)
Mas... Que rufem os tambores!
Eu fui no show da SAN-DY!
Sandy interpretando Michel Jackson, mas, ainda, Sandy!
O mesmo amigo chamou. E, depois de muito pensar, acabei indo e... arrastando o namorado junto.
Pra começar... Eu achei ela bem envergonhada de estar no palco, meio desajeitada até... Não sei se ainda é falta de prática de estar sozinha, de ser assumidamente o centro das atenções ou um pouco de insegurança de cantar um repertório que não era seu... Mas, foi essa a impressão que me passou. 
Entrou cantando no cantinho do palco e só aos pouquinhos foi se chegando, ainda assim, virando bastante de costas para o público. Também, não sei se para acompanhar o telão ou algum sinal da banda.
Lá pro meio do show que ela começou a se sentir mais a vontade. Mesmo assim, não muito. O que eu achei besteira. A platéia estava toda encantada. A exceção de poucos, como eu, que foram para escutar Michael ao vivo, eles estavam lá para vê-la. E só. 
O que era percebido com as ovações, cada vez que ela encompridava uma nota ou arriscava uns passinhos. Ou nos intervalos das músicas: "Perfeitaaaaa!" gritado várias vezes. (Se bem que o grito de SHOW DA LARA foi o melhor. Apesar de não ideia do que significa.)
Ela também não trocou de figurino, viu? Apesar de agregar uns adereços e tals...
Ah, adorei o palco e a iluminação! Deu até vontade de aprender mais sobre luzes!!
O palco tinha ares de cabaré e as músicas tinham uma pegada de jazz. Enfim, ela deu um toque pessoal sem descaracterizar as músicas. Um tributo honesto e sem exageros. Uma grata surpresa. Eu assistiria novamente, sem titubear. (Ao tributo, ok?)

Só uma palhinha...

Resumindo: Nesse ano (se eu não fizer nenhuma outra até o ano acabar), eu fiz duas coisas que jamais imaginei que faria. E... me diverti pra caramba! Além das espectativas! =)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

(Des)Delícias de Dividir um Teto II

Cenário: Sala. A porta do quarto aberta. De onde se pode ver perfeitamente o espelho de um armário. Ela prova uma roupa, na reta do espelho. Ele a observa, vendo seus movimentos pelo espelho. 
Ele - Você engordou. 
Ela - Hã? 
Ele - Você engordou. Antes era assim, agora está assim. (Gesticula em torno do quadril dela.) 
Ela percebe que ele a olha através espelho. Dá uns passos em direção ao espelho. 
Ele - Nossa! Você viu? 
Ela - O quê? 
Ele - Que esse espelho deforma as pessoas. Engorda a silhueta nesse ponto. (Aponta para onde ela estava anteriormente). 
Ela - E não é o que vivo repetindo desde que mudamos para cá? ¬¬

domingo, 30 de outubro de 2011

Come on, Vogue!

Um domingo maravilhoso... O da semana passada! Retrasada? 
O simples fato de poder ficar de preguiça em casa já é ótimo!
Eis que às 17h, surge o convite para ir ao shopping... Lá fomos nós, e, com esse horário de verão enganador, chegamos às 18h achando que eram 16h...
Mas, precisava mesmo de um roupitchas. Quando estava lá, olhando, separando, chega um dos atendentes:
- Errr... Desculpa, só pra avisar: o sistema de cartão não está funcionando há uma hora e meia...
- Cheque?
- Errr... É que utiliza o mesmo sistema... Só dinheiro mesmo...
- Previsão de retorno?
Aceno negativo de cabeça. Pergunta desnecessária, na verdade. Estou cansada de saber, por experiência própria, que quase nunca há previsão de retorno.
Olhei para a pilha de roupas que tinha separado e pensei "Ahan... Como se eu andasse com esse valor em cash por aí".
Agradeci a informação e sai, afinal, melhor desistir antes do provador que passar vergonha no caixa.
Batendo perna, até que... fui atingida por uma súbita fome, #vaigordinha mode on!
Meia-hora de ogrice depois...
Assisti a premiação de um campeonato de video-game e quando ia voltar a tentativa de compras, tcharã: esqueci que era domingo e as lojas fecham às 20h. (Nada contra, muito pelo contrário, mas, quando você trabalha e estuda a semana toda, inclusive aos sábados, acaba se utilizando desses horários alternativos.)
Na saída, assisti ainda a uma exibição de luta livre. Com direito a fantasia e tudo! Parece-me que era promoção de um biscoito ou coisa assim... Deve estar passando propaganda na TV...
Antes de dobrar a esquina para chegar em casa, passei na banca, e, comprei minha namoradinha de tempos, sempre cobiçada através dos vitrais da padaria, minha primeira VOGUE *.*, ao menos vou estar mais atualizada antes de voltar ao shopping, ou não... ¬¬
E, já que, a primeira Vogue a gente nunca esquece... Está aí o registro!


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dias que ficamos chateados sem razão…
Dias que ficamos tristes sem motivo…
Que as lágrimas vem por vontade própria…
Dias de desânimo…
De vontade de deletar o blog... (de novo?!)
E quem disse que era TPM?
Não, nem era!
Aos poucos, a vontade de fazer coisas volta… =)
Costurando, pintando, bordando, tricotando!  …ando…ando…ando...
E... quando a criatividade e as palavras (saudades, Daya!) derem as caras, escrevendo também!

beaj.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Mudo Prédio da Teodoro

Teodoro Sampaio. Da Henrique Schaumann até a Doutor Arnaldo: a rua dos instrumentos musicais. O pedaço que eu moro. Os sábados felizes em que desperto com blues tocando na minha janela.

Eu tenho/tinha um vizinho(a) que quase todo dia útil, por volta das 21:30h, começava a tocar. Nunca me estressei. Talvez, por não ser meu vizinho de porta. Gostava, na verdade. 

Era sempre a mesma coisa: numa noite chata qualquer, eu ouvia o pianinho, depois as vozes, e pronto! Era mais uma noite cheia de "Boemian Rhapsody". 


Ouvia o piano, a guitarra, as vozes. A distância nunca me deixou saber quais instrumentos eram realmente executados por ele(a, s). Mas, era-me agradável e eu apreciava. Um fato interessante: a música era executada sempre do começo ao fim.

Até que chego no elevador e:


Uma circular, excessivamente focada na música, deu o alerta. Uma circular que ameaçou monetariamente os fãs do Queen. 

Ruídos de animais: check! 
Empurra-empurra de móveis: check! 
Entretanto, o que realmente parece incomodar meus vizinhos é a música…

E se fosse um vizinho funkeiro, pagodeiro ou sertanejo?

No dia que a circular foi anunciada: prédio silencioso.

No dia seguinte, coincidência ou não, um apartamento colocado para alugar.

Não que eu ache a "Lei do Silêncio" ruim. Eu concordo. Também quero descansar e dormir sem barulhos. Às vezes. Só fiquei com pena dos músicos.

Bye, bye, little Freddie!


domingo, 11 de setembro de 2011

Like a Barbie Face...

Meninas, vocês lembram da Barbie Face? Aquela que vinha só a cabeça para gente maquiar, pentear... enfim, detonar a boneca em zero minutos? E com a foto? Lembrou?

Então, estou com a ideia de cortar os cabelos. Curtos. De verdade. Uma coisa meio chanel, sabe como é? Aí fiquei procurando sites que tentam dar uma noção de penteados... nada muito promissor até achar esse site aqui: http://www.taaz.com . 

Muito legal! (Foi daí que eu lembrei da Barbie Face!) Funciona assim: inglês é importante, mas o básico do básico já rola. O que você sabe vem de ler as caixinhas da make? Dá para o gasto.

Clique em "Try a Makeover". Pegue uma foto sua, de preferência cara lavada e cabelo preso e faça o upload. Aí o site vai pedir pra você fazer uma marcações, nos olhos, boca... elas são importantes, mas, se no meio da brincadeira você perceber que elas não ficaram legais, dá para refazer.

A partir daí é só escolher as abinhas: A Face tem opções de blush, corretivo, base e bronzer para testar. A Eyes: sombras, cílios, delineador, até lentes de contato! Ainda tem variedades para a boca, cabelos e óculos de sol! Ah, e o Hot Looks, onde toda a foto é montada em você. Ah, e você ainda fica sabendo qual produto foi (teoricamente) usado!

Eu passei boa parte da tarde de domingo brincando. E, olha, não ficou muito legal esse história de chanel, não. Esses estilos Sandy, Rihanna, Victoria Beckham ficaram uma coisa meio capacete mesmo.

Dá um confere:


Agora, Halle Berry
Cabelos de Jennifer Aniston
Anne Hathaway

                                               
              






                                                 


 
Look que o namorado montou ¬¬


E o que eu mais gostei! =)

sábado, 10 de setembro de 2011

Wannabe...

Queria ser Paola Bracho... E quem não quer? Não é mesmo?
Quem é Paola Bracho? Como assim?!?! Bom, tudo começa com esse post aqui!

Ficou com saudades? Tem esse canal no youtube que tem TO-DA a novela: Usurpadora!

Então... lá estava eu, quase um mês de agência nova e, eis que chega mais uma colega. Conversa vai, conversa vem:

Ela: blá blá blá... O SBT tá montando o elenco para começar as gravações de Carossel e meu marido ~ diretor da novela ~ disse que... blá blá blá
Eu: (WAIT A MINUTE! - claro que eu não disse isso!) Desculpa, seu marido faz o que mesmo?
Ela: É diretor das novelas do SBT, blá blá blá... 
*.* ~ DIRETOR de NOVELA ~ *.*
Eu: Jura? Muito legal isso! (E quem quer saber de mané Carossel? - calma, também não disse isso) Seguinte, quando eles inventarem de fazer a versão brasileira de Usurpadora, puramorrrr, me avisa. Preciso muito fazer um teste como Paola Bracho! (essa eu disse. E ainda não me arrependo, vai que..., neam? Aí, até rola um cursinho de atuação para poder fazer aloka profissionalmente!)

HAUAHUAHAUAHUAHAUAHUA
É sério!
HAUHAUAHUAHAUAHUAHAUA

E agora? Já pode ensaiar em casa em frente ao espelho? Já pode sonhar com cenas minhas cortando o cabelo, com uma lagriminha rolando ao som de "Sonho Lindo"? Ou chantageando minha irmã-gêmea-perdida para ela ficar no meu lugar enquanto eu caio na gandaia com meus muitos amantes milionários? E dar muitas risadas malvadas com meus bons drink e cigarrinho na piteira? E as cenas do julgamento? E as de hospital? É muito amor, né, gente?

E... já que a gente tá aqui em Sampa mesmo... Deve haver uma boa razão pra isso! ;P

domingo, 4 de setembro de 2011

God save the Piriguetes!

Meu horóscopo me avisou: essa seria uma semana de aconselhar amigos. (Como se eu lesse horóscopo diariamente). Tantas notícias difíceis me chegaram, e, cá estou eu, ao invés de fazer um post sobre esperança e coisas do tipo, estou a falar de piriguetes. Para falar a verdade, este post já estava pronto pra ser deletado, mas gostei tanto do título...

Então, para tentar manter a diplomacia, eu editei o texto, tirei a parte ofensiva/desabafo e fiquei só com a brincadeirinha dos comparativos:

- Quando um namorado leva uma santinha do pau oco pra passar um feriado com família dele, acaba sendo um saco, porque ela quer atenção exclusiva do garoto e fica de cara amarrada o tempo todo. Já quando o cara leva uma piriguete, é só diversão, porque taí coisa que piriguete sabe ser: animada.
- Quando um namorado vai, depois do trabalho, até a faculdade, na cidade vizinha, para ficar com a santinha do pau oco, ela sai da aula às 22:10h e deixa o cara, que chegou às 19:30h, lá, esperando feito pateta. Já quando a namorada é piriguete, ela larga a aula na hora, porque é muitcho amor, né, gentem?
- A santinha do pau oco, premeditadamente,  arranja o maior arranca rabo, chora horrores (coisa que sabe fazer muito bem) e termina o namoro na sexta, colocando a culpa no namorado que só pensa nele, razões alegadas. Passa o final de semana com outro, que pode ser até o professor caquético da facul, e na segunda, liga arrependida pro cara... A piriguete, bom, aí vai depender do seu coeficiente de piriguetismo, tipo... se ela não sossegou... bem, ele sabia que ela era piriguete desde o começo, certo?

Isso foi o que sobrou e que não me compromete juridicamente!!

God save the Piriguetes, porque, as santinhas do pau oco, essas ninguém merece!!

domingo, 14 de agosto de 2011

Inhaiiii???

Estou poupando vocês da minha presença ultimamente, porque estou muito cansada e consequentemente... chata! =P Voltei às aulas... não estava mais acostumada com essa jornada tripla de casa-trabalho-aula, tá puxado! Mas, agora que meu pc voltou a vida, todo bunis, depois de R$17, gastos na Santa e abençoada Ifigênia, resolvi dar uma maneirada no cansaço e chatice constantes! 
Então, gostei muito de voltar ao inglês. Já a primeira semana da pós... Começamos com uma palestra do Luiz Felipe Lampreia, *.* (e quem não quer?), até que veio a aula seguinte e eu senti aquele balde de água fria, como na primeira vez que pisei na sala de aula da facul. Já que estava tudo pago, insisti mais essa semana e, graças (!), minha opinião mudou, conheci gente nova e estou começando a gostar.
Hummm... também teve a visita relâmpago dos meus papais! Foi uma delícia, mas passou tão rápido... ='(
And... guess what? Acabei de dar uma puta cabeçada na parede! (Burra! Burra! Burra!) Tá doendo. Tô com um galo. E com sono. Os planos eram escrever bem mais, mas, com a pancada a inspiração se foi, desculpaê! 

domingo, 24 de julho de 2011

Still Alive

Sim, ainda vivo. Obviamente, estou na correria, senão, não estaria há mil anos sem postar. =P

Tenho novidades:

*Em agosto:
- recomeço minhas aulas de inglês, após um milhão de anos ensaiando o retorno;
- volto pra facul para me especializar em Direito Internacional;
e…
- fui promovida! Da Augusta/ Oscar Freire para Paulista. Continuo na mesma empresa, mãs, ao que me parece acaba o atendimento ao público.

Pois é… é isso. Fobia. Das três mudanças. 


***

PS:

Vou aderir a campanha:

Eu gosto de blogs porque leio sobre as pessoas que o escrevem. Suas opiniões, sua forma de ver um fato, seus versos, seus contos, enfim, as coisas que eles perdem um tempinho para compartilhar com a gente (me incluo aqui também). E, ficamos muito felizes quando alguém gosta de um texto nosso, comenta, curte, tuita… Entretanto, acaba sendo muito chato quando um texto é copiado de outrem sem creditar o autor. Então, pessoal, se você quiser copiar, sendo um escritor famoso ou um simples blogueiro: CITE A FONTE! É respeitoso, lisonjeiro e todos agradecem e apreciam! 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Da série: Coisas que só acontecem comigo

Tem coisas que só acontecem com gente, certo? Certíssimo! Às vezes, fico em dúvida se Murphy é meu anjo da guarda, ou, se existe uma grande câmera escondida que nunca para de filmar.

Ainda lembro, dos tempos de facul: 
Quarta-feira, prestes a sair de casa para aula, com o quê eu me deparo, em cima da maçaneta da porta? Sim! Era uma lagartixa. E, fato que eu tenho pavor de lagartixas. Mandei uma mensagem pra uma colega avisando a razão do meu atraso. Várias tentativas e nada da bichinha sair da porta. Até que, brilhantemente, taquei inseticida na infeliz, somente o necessário para entontá-la e fazê-la cair da fechadura. Escorracei-a de casa (só porque ela era mini) e lá fui eu para aula.
Quarta-feira seguinte, saio de casa, pego o elevador com mais três pessoas e ele para. Ligamos pra assistência e o técnico pergunta se pode ir no dia seguinte. (Tá de sacanagem, né? Tem QUATRO pessoas no elevador.) Novamente, mensagem para aquela colega justificar meu atraso.
Mais tarde ainda naquele dia, fico sabendo que minha colega, não muito crédula, mostra a mensagem para outra:
- Você acredita? 
- Com a Kamila? Óbvio! Essas coisas sempre acontecem com ela.

(...)

Semana retrasada, depois de uma semana de TPM forte e outra de enxaqueca nível máximo, vem o zelador e me diz que há um vazamento no banheiro do andar de cima. Ou seja, a parede do meu banheiro vai ter que ser quebrada. Quanta alegria! ¬¬ E mais, o trabalho vai ser em três dias (não entendi o motivo dessa piada de português): o primeiro para quebrar a parede, o segundo para trocar o encanamento e, finalmente, o terceiro para refazer a parede. Ainda argumentei que não havia indícios de vazamento no meu apê, mas né? O que que eu entendo disso?
1º dia: parede quebrada, sujeira do cão. Pedreiro não achou indícios de vazamento. É estranho ficar com a parede aberta. A noite, sozinha, escuto o barulho de louça quebrada. Ninguém me avisou, mas alguns azulejos tinham tendência suicida. Mais sujeira, eba! ¬¬
2ºdia: ouvi barulhos vindos do banheiro. Houveram ameaças, mas os que sobreviveram ainda estão colados na parede. Nada de encanador. Parede aberta me encara.
3º dia: os ameaçadores cumpriram a promessa. Cheguei em casa e metade da parede estava no chão. Nem sinal do encanador. Mais sujeira. A parede continua lá, aberta.
4º dia: o encanador deu uma olhada, não achou o vazamento.Apenas disse que ia trocar o cano mesmo assim e foi embora. Situação: Estou me apegando ao lado de dentro da parede.
Final de semana.
Hoje: nada de encanador. A parede continua aberta. Ele ligou e disse que vem amanhã às 08:00h. Aquele mesmo que faltou 3 dias e quando veio, foi no final da tarde. Ahan, senta lá, Claudia!

domingo, 3 de julho de 2011

Final (?) Feliz

Era uma vez, um príncipe e uma princesa. Eles se conheceram, apaixonaram, venceram a bruxa má, casaram, tiveram filhos, enfim, o final feliz perfeito.
No começo, o jovem casal saía todos os dias para passear pelos jardins do castelo; todas as semanas, para bailes; todos os meses, para viagens. 
Com o tempo, essas saídas foram rareando... A princípio, a princesa ficava chateada de ter que ficar todos os dias dentro do castelo, ocupada somente pelos filhos e pelas tarefas domésticas. Depois, ela acostumou-se e mal queria sair de casa. Era uma tortura, na verdade. Tinha vontade de ficar apenas no seu casulo seguro. Diziam, os criados, que eram um sinal de leve depressão.
Eis que um dia, o príncipe apareceu com a novidade: iriam naquele mesmo anoitecer a um baile!
Surpresa, lá foi a princesa em busca dos preparativos. Infelizmente, fora avisada tão em cima da hora que teria que repetir o vestido. Uma pena!
Tempos antes do combinado, o príncipe aparece ao quarto de arrumações da princesa. Ela pacientemente mexe nos cabelos, escolhe os sapatos, senta-se a penteadeira para começar o ritual de maquiagem.
A princesa tenta ignorar a impaciência do príncipe. "Oras" - pensava - "já faz tanto tempo que não vou à corte. E, se vou repetir o vestido, é essencial que esteja milimetricamente impecável."
Acabou descobrindo que o príncipe lhe dera o horário errado (como sempre! ou horário, ou endereço, ou data...) e, na realidade, estavam atrasados.
Discutiram. 
O príncipe saiu batendo portas e foi ao baile. Sozinho.
A princesa foi acometida por uma crise de enxaqueca. Deitou-se.
Entretanto, ela pode perceber que ele chegou muito além do final do baile.
Na manhã seguinte, tomaram café juntos.
Ela não perguntou. Ele não comentou. Ela nunca soube o que de fato acontecera.

O encanto se trincou.

domingo, 26 de junho de 2011

Somewhere over the rainbow...

Primeiro, eu queria dizer que concordo muito com Quézia no último texto do seu blog.

E que, diante das cores, da alegria, das fantasias, dos casais e até da chuva que não conseguiu estragar a Parada na Paulista, eu poderia dizer muito coisa contra a homofobia. Dizer que cada um faz o que bem entende da sua sexualidade. Textos e mais textos. Linhas e linhas. Mas não vou. Só uma coisa que quero dizer: 

Hoje, eu vi que estamos caminhando. Engatinhando, na verdade. Engatinhando no quesito civilidade. Espero que, logo, chegue o dia em que a Parada Gay não seja mais necessária. A não ser por motivos festivos. Espero que chegue logo o dia, em que a maioria enxergue a todos como realmente são: apenas seres humanos.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sobre Tulipas e a Cidade...

Sobre a cidade:

Sexta-feira estava passando "Sex and the City" na tv aberta. Não consegui assistir tudo, mas consegui a façanha de pegar as melhores partes: as choráveis.
Assistindo, dei aquela pequena viajada em um dos intervalos, até um verão que todos conseguiram ir para praia em janeiro, exceto eu, que fiquei trabalhando em Tubarão. O verão em que peguei emprestadas todas as temporadas de "Sex and the City". Sim! Já assisti todos os episódios. Até que não foi de todo mal ficar sozinha na cidade... =) Eu vejo os filmes como um desfecho para a série. Óbvio, que tem um enredo (começo-meio-fim), porém, faz mais sentido para quem acompanhou o seriado.
Voltando ao filme... Comecei a assistir na cena em que as quatro estão se arrumando para o casamento da Carrie, e, parei de assistir assim que Charlotte ganhou sua Rose.
Coisa de mulherzinha na TPM? Pode até ser, mas, como não se emocionar quando Charlotte reencontra Big e o confronta dizendo que era a única que sempre o defendia? Ou quando Miranda vai ao possível encontro de Steve no meio da ponte do Brooklyn? E quando Samantha finalmente resolve voltar a ser ela mesma em Nova York, deixando Smith? Mas, principalmente, como não chorar, como não se colocar no lugar de Carrie, quando Big foge do casamento, e quando ela despetala o buquê em cima dele, no meio da rua, repetindo "Você me humilhou"? 

Sobre as tulipas:

Então, faz anos que eu queria ter tulipas vermelhas em casa. A primeira vez que as vi numa floricultura, estava entrando no Angeloni da Beira-Mar. Fiz a anotação mental de não esquecer de passar na floricultura assim que saísse do mercado e... 476981 anos depois...
O Pão de Açúcar, aqui ao lado de casa, tem um mini-floricultura na entrada. Sábado quando fui lá... tchanã! Tulipas vermelhas com vasos chiquetosos por um milhão de reais. Aí, procurei melhor e achei meu mini-sonho a 11 Reais de mim. Foi pro carrinho na hora! =)
Chegando em casa, hora de ler as instruções do vasinho: "ao adquirir um vaso de tulipas dê preferência aos que ainda estejam com as flores em botão, permitindo-lhe usufruir da beleza da flor por mais tempo.(ok!) Regar todos os dias (poxa, a Palmerinha é só uma vez por semana!) ou colocar um cubo de gelo no vaso." E ainda tinha uma história de por o vaso na geladeira, durante a noite. Daí, resolvi pesquisaressa história de cubo de gelo e geladeira, e, olha o que eu achei na maioria dos sites:

1 - Quando as flores da primeira floração murcharem, corte-as, inclusive as folhas. Retire os bulbos da terra, limpe-os levemente com uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.
2 - Passado esse período, plante-os num vasinho plástico com terra vegetal umidecida, sem estar encharcada. Embrulhe o vasinho num plástico e coloque-o na geladeira durante uns 6 meses (temperatura ideal entre 2 e 5 graus C), molhando quando necessário.
3 - Passado esse tempo, é hora de tirar o vasinho da geladeira e levá-lo para um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, lembrando de manter a terra sempre úmida.
4 - Depois disso, o vasinho deve voltar ao congelador, novamente embrulhado em plástico, onde vai permanecer por mais 6 meses.
5 - Agora é hora de levar o vaso para um local iluminado. Se tudo der certo, a tulipa estará florida no período de trinta a cinqüenta dias.
6 - Todo esse processo tem como objetivo simular as condições climáticas existentes no habitat natural das tulipas e que estimulam os bulbos a rebrotarem.

Alguém sabe se eu só deixar o vasinho lá, regando e tals, corre o risco de brotar de novo ou é morte lenta?
Bom, de qualquer forma, vamos estar tentando uma segunda floração...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Festa Junina no Calvário!

Havia dias que eu estava com vontade de comer cachorro-quente. E não era um cachorro-quente qualquer. Tinha que ser de festa junina. Aqueles com bastante molho, pouca salsicha picada, maionese (sim, eu vivo perigosamente) e a mágica batata-palha, enfim, a morte lenta numa versão deliciosa!
http://www.melhoramiga.com.br
Oportunamente, descobri que neste mês todinho, aos sábados e domingos, estará acontecendo Festa Junina na Paróquia do Calvário, ou seja, cachorro-quente junino naquela igreja que fica a três quadras da minha casa. Yey!
So, hey ho, let´s go!
Para os fanfarrões juninos, um dica: enquanto a entrada principal, na Henrique Schaumann tem filas quilométricas, a da João Moura é esquecida!
Oito pilas para entrar, mas, néan? Só porque já inclui uma bingada no pacote (que eu desprezei ~mentalmente~, porque, na vida real, não pode ser recusada/descontada).
Uma voltinha rápida. Encontramos todos os itens presentes em uma festa junina que se preze: quentão, vinho quente com ou sem frutas, pinhão, pipoca, churrasquinho, milho cozido e variedades, cocada, pé-de-moleque, maçã-do-amor, algodão-doce (de açúcar orgânico!), bandeirolas, luzes coloridas, joguetes, e, claro, o bingo. Além de barraquinhas não tão tradicionais: baiana, portuguesa, japonesa, de chopp, pernil, pizza e sopa de cebola... ufa! 
Finalmente, a compra dos tíquetes (não-reembolsáveis), que eu apanhei um pouco pra contar (nem vale a pena explicar = não estou apta a fazê-lo! =P). 
Agora sim, direto para o cachorro-quente! =~ Ok, eu estava feliz, eu tinha meu cachorro-quente de festa junina, meus olhos brilhavam e tals, ... PORÉM, ele não era exatamente como eu lembrava, não como aqueles láááá do Sul. Era com salsicha (ok!), lembrança do molho (=~), purê de batatas (???) e batata-palha. Não que fosse ruim, nem nada, mas, sabe quando você IMAGINA uma comida e vem outra? É, não se faz isso com gordinhas. =~
Certo. Vamos parar de choradeira que a dupla sertaneja já está tocando, o sorteio de brindes está a toda e o cheiro de quentão está no ar. E como eu adoro o cheiro de quentão! O gosto não muito... Acho que é culpa da canela. Tudo bem, nada como tomar vinho quente sentindo cheiro de quentão (sem frutas, porque sei lá quanto eu perco de vinho com as ditas no meu copo). =)
Uma voltinha pelo bingo... 
- Ok, Marcelo, vamos descer?
- A gente não vai jogar?
- ¬¬
- Tá, tá... vamos dar uma volta.
Com Marcelo tentando disfarçar a frustração, não teve jeito: tivemos que voltar ao bingo e usar nossas cartelas! Até que foi divers: Marcelo ficou por 2, eu por 4. Só jogamos a gratuita, mas, tinha gente com pencas de cartelas. Tipo, não era pelo prêmio, porque já tinham gasto mais que os valores das bugigangas. Era pelo jogo. Pela adrenalina. O vício. *.*
Finalmente, uma pipoquinha do tiozinho que está sempre na frente do Objetivo. E uns docinhos que ninguém é de ferro! =)
Quanto a vontade de cachorro-quente, ela foi saciada. No dia seguinte. Em casa mesmo. Ficou igual. Queria outro. Agora.

sábado, 4 de junho de 2011

Campanha: Foto das Spice Girl para kmi

Conversa entre eu e o Ti:

kmi: Ti, tava aqui pensando…
Ti: Eu, hein!
kmi: Já pensou que vc pode estar andando por ai, bem nada a ver e, de repente, esbarrar numa... SPICE GIRLLLLLLLL? *.*
Ti: EU SUPER JA PENSEI ISSO!
kmi: Promete que vai fazer bafão?
Ti: SUPER HIPER MEGA!
kmi: E tirar foto junto, tipo super amigas...
Ti: MOOOOOOITAS!
kmi: E, se for a Geri quero autógrafo!
Ti: Com os dedinhos em V!
kmi: SIMMMM!
Ti: BEM GIRRRRRL POWER! E, deixa eu te falar: o mais bafo é que a Mel B dá uma aula na rede de academia que eu tô malhando =O
kmi: Qdo EU for pra london, faremos plantao na cadimia!
Ti: Ela que desenvolveu a aula, todo um esquema! http://www.fitnessfirst.co.uk/get-fit-with-mel-b.aspx

Conversas aleatórias, noiva em SHamas… 



De volta ao assunto:
kmi: Ti, olha o que pensei sobre as Spice: se vc encontrar mesmo e ela não quiser tirar foto, inventei uma desculpa. Vc pode dizer: 
"Dona Spice, preciso tirar uma foto com vc, não é pra mim não, é pra uma amiga no Brasil. Sabe, várias pessoas quando souberam que vinha morar na Inglaterra, me pediram muambas, eletrônicos... ela não, ela só pediu uma foto com as Spice"
Duvido que ela não vai ficar com lágrimas nos olhos.
Ti: HAHAHAHAAHAHAHAHAHA 
kmi: Ti... Posso postar no blog?
Ti: ¬¬, pode.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Don´t call me, baby, baby!

Porque você não vai conseguir entender minha fala!
Elas voltaram mais uma vez: as aftas! E dói, gente! Como dói!
Sempre tive esse "probleminha": se me estressar, elas aparecem; se comer cítricos em grande quantidade, lá vem elas; se mascar chiclete, e lá vamos nós, e se morder a boca, nem se fala!
Já me disseram que o aparecimento tem ligação com baixa com a imunidade. E, realmente, quando fico doente é comum aparecer uma ou outra.
Também já tentei vários remedinhos: anestésico, pomadas, líquidos que ardem a valer, açúcar... A última é a tal pedra ume. Diz que arde horrores e as minhas são gigantescas. Mas, amanhã tenho que ir a farmácia, sem falta.
Como eu sobrevivo com isso? A baixa imunidade e o estresse, infelizmente, não tenho como controlar. Mas, tento administrar a quantidade de cítricos e não masco chiclete. Não masca chiclete? Pois é. Não. Quer dizer, muito, mas, muito raramente. Segundo minhas tentativas, se eu parar de mascá-lo pouco antes de "perder o açúcar" as chances das minhas amiguinhas aparecerem é menor. Mas, né? Que graça tem, ficar controlando o tempo que o chiclete fica com você? Eu quase sempre esquecia... Daí comecei a notar que era melhor trocar por uma bala do que ficar semanas com as miseráveis hóspedes.
Dessa vez, eu sabia que elas vinham... Tudo começou com um vagaroso almoço de sábado em que eu mordi a língua. (Eu tava comendo devagar, porra!) Aliás, essa é uma das coisas que me deixa mais fula da vida: morder a boca/língua. Primeiro pela dor que acho comparável a de chutar um móvel com o dedo mínimo. E segundo pela visita que, eu já sei, não tardará a aparecer. 
Aí, na segunda-feira, um pouquinho mais apressada, mordi a boca. Inferno!
E cá estou eu agora: falando toda troncha, com uma família de aftas no lábio, uma gigantona na língua e uma oportunista embaixo da língua. Afffffffffffffffffffffffff!!! 


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Essa estranha forma de amar...

Uma foto, assim, totalmente londrina...
Desde os tempos de colégio. Desde mil-novecentos-e-guaraná-de-rolha. Desde o SÉCULO PASSADO.

A partir daí, começou a nossa história de gato e rato: estudávamos no mesmo colégio, em Criciúmããã. Ele resolveu mudar de escola, eu fiz inglês lá perto. Ele foi morar em Tubarão, eu fui, dois anos depois, para Armazém e ia toda noite para lá fazer facul. Finalmente, dois anos mais tarde, consegui a transferência para Sharkcity. Um ano após, ele foi pra Recife, viver sua love story. Eu três anos mais tarde, vim para São Paulo. Tudo bem, não é do lado, mas é mais perto que o Sul, neam?
Visitei-o duas vezes, fora as visitas dele ao Sul.
O lance mais recente: agora, era a vez dele, ficou entre Sampa e London.
Obviamente, deu Londres na cabeça. Não que eu não adore a Paulicéia, mas, a charmosa ideia de viver no Velho Mundo, ai, ai...
E, eu, fui lá, fazer companhia e matar um pouquinho da saudade. Ficar junto até o portão de embarque doméstico internacional. (existem poucos números no mundo, para os dos portões serem repetidos)

São poucos os amigos que tenho. Aqueles, ditos verdadeiros. Aqueles que, por mais afastados, ao reencontrarmos, parece que vimos ontem. Os que falam o que tem que falar e que jamais nos magoam com esses preciosos toques. Aqueles que nos fazem sentir uma das formas mais verdadeiras de amor: a amizade. E, é recíproco. Ao tentar contá-los, sobram os dedos das mãos.

Chegaram bem, contou-me o Facebook.
Ao menos, já tenho onde passar férias ano que vem. =P
Enquanto isso, só me resta torcer: vai dar tudo certo... (Nem desconfiamos, mas, na verdade, já deu!)

sábado, 14 de maio de 2011

Finalzinho do Dia das Mães...

Baseado em fatos reais.
Meu irmão ia levar a namorada em casa.
Eu - Ah, será que você pode passar na rodoviária e comprar duas passagens até Floripa? Estou com receio de que acabem. Pra amanhã, às 9h.
Namorada - Ah, eu também vou nesse ônibus! Só que fico em Tubarão.
Eu - Legal! Vamos juntas! Ó, o meu cartão. 
Irmão - Qual a senha?
Eu - ******** (hehehe) Já vê na ida, daí me confirma.
Duas horas depois, no telefone:
Irmão - Qual a senha mesmo?
Eu - ¬¬ ******
Ao chegar em casa:
Irmão - As passagens.
Eu - Poltronas 11 e 12? Legal. Hum… 9:01? Ah, deve ter lotado um ônibus e eles puseram outro… 
Irmão - Não! É que tem dois ônibus: um vai direto pra Floripa e um para em Tubarão…
Eu - Ah, tá. E qual você comprou? 
Irmão - ¬¬ Tu não vais ficar em Tubarão?
Passagens: Criciúma - Tubarão
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Macriagi...

*macriagi: termo proferido por uma prima, aos três anos, ao abrir seu presente de Natal - um estojo de maquiagem com unhas "portiças".

Eu adoro maquiagem. Sério. Vivo comprando. Acho lindo aquelas mulheres que a usam tão perfeitamente que estão produzidas para ir a qualquer lugar, a qualquer hora. Um porém: eu dificilmente as uso.

Estava pensando isso, ontem, no ônibus Criciúma-Floripa. É que subiu uma menina mega-maquiada. Com os olhos super pintados, uma paleta que ia do dourado/marrom ao preto, aquela hora, da ma-dru-ga-da (nem tanto). Na saída, a make continuava perfeita. Das duas uma: ou ela não dormiu um tiquinho se quer nas três horas de viagem, ou... ela não acorda igual a mim, enfiando o dedo no olho e lambuzando toda possível pintura existente.

A falta de uso de maquiagem não tem motivo específico. Eu simplesmente esqueço, sei lá. Nunca tive esse ritual feminino. Não lembro dessa descoberta mágica fazer parte da minha adolescência. Usava batom e um rímel transparente, no máximo. 

O rosto lavado sempre me foi tão mais prático. Costumo justificar o "não usar blush" com "vou a pé para o trabalho" e, portanto, chego bem coradinha, assim como pó e familiares, que se desmachariam na caminhada, além da falta de rímel/lápis/sombra, por estar sempre coçando os olhos. É a minha rotina matinal (deixemos as necessidades fisiológicas de lado): lavar o rosto, escovar os dentes, pentear os cabelos, desodorante, perfume, batom (geralmente cor de boca), trocar de roupa e, finalmente, elevador.

Ainda ontem, já no metrô, uma outra garota se pintou, ali, na minha frente. Era uma coisa mais discreta que a primeira menina, mas com direito a tudo: do corretivo ao gloss. E com uma facilidade... 

Não sei por que razão, mas, ultimamente, essa falta de pintura me incomoda um pouco. Não que ache que meu rosto tenha mudado, esteja precisando desesperadamente ou algo do tipo. Mas o fato de rímel não estar lá, incomoda.

Por praticidade, coloquei um rímel, uma sombra neutra e o blush ao lado do batom de-todo-dia. Estão lá há uma semana, largados... Vamos aguardar. 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Eu quebro correntes...

Então... eu até queria fazer um post sobre o casamento real semana passada, mas, todo mundo já assistiu/leu/twitou/conversou(...) sobre. Aliás, a minha cobertura do ídolos made in twitter, parece que foi mais divertida que a do casório. Também, convenhamos, de madrugada e ressaqueada, não há quem me aguente. Resultado: followers debandando! hauahauahauhauaha Não foi bem assim, mas, ok!

Entretanto, adorei os momentos de cultura britânica (não é surpresa que eu tenha uma quedinha por história, principalmente sobre monarquia), como: saber que a Rainha não canta o hino porque, neam, "God save the QUEEN" (dãããã) e que Catherine não poderá ter o título de princesa porque é plebéia. 

Mudando de assunto...

Com esse negócio de corrente via SMS, sou obrigada a dizer: "desculpaê, mas, EU QUEBRO CORRENTES".

A primeira e única corrente de que participei foi quando eu era criança. Foi algo mais ou menos assim: Eu recebi uma carta. Nela continha a história de uma corrente que começou não-sei-onde e não-sei-quando e que consistia em enviar aquela mensagem a um número x de pessoas. Além disso, a carta tinha uma lista de pessoas, ao primeiro nome da lista tinha que enviar um cartão postal e, pronto! Em n dias, eu receberia um milhão de cartões postais. Pfff! E aí? E aí, que eu, criança-feliz-desocupada, fui lá dar continuidade a porcaria da corrente.

Sabe quantos cartões postais eu recebi até hoje? 

Parabéns pra você que respondeu ZERO. E não foi porque eu mudei de endereço, porque meus pais ainda moram lá, foi porque quebraram uma corrente que começou não-sei-onde e que tinha anos de estrada. Também, o que que eu ia fazer com cartões postais? Affff... esse povo desocupado, viu?

Anyway... gente, não sou traumatizada nem nada, mas, eu quebro correntes. Se for email em powerpoint mesmo..., pode esquecer, nunca será aberto e irá direto para lixeira. Aliás, emails com vídeos (que só são repassados), geralmente, tem o mesmo fim. 

É uma coisa broxante, você abre feliz aquele email que seu amigo lhe enviou, e se depara com listas e mais listas de endereços de email e reenvios e no fim um powerpoint.

Tem também as correntes que vem escritas no próprio email. Muuuuito bonito. Essas trazem a mensagem e uma ameaça derradeira. Aí, você pensa: que p... é essa? Que p... de amigo é esse? 

E as religiosas? Trazem uma oração e uma praga! Que relação é essa que vocês, criadores de correntes, tem com Deus, que serão castigados se não encherem a caixa de entrada dos outros com emails? 

Uma dica: se você está repassando porque realmente gostou do texto, tira a parte ameaçadora fora. Aposto que as pessoas ficarão mais felizes em receber.

Voltando ao casamento: eu (e a maioria) gostei do vestido. Prefiro as noivas clássicas, fato. Achei que a maquiagem podia ser um pouquinho mais elaborada e que a aliança podia caber no dedo de prima, mas... cada um, cada um, não é mesmo?

AHHHHHHHHHHHHHH, (quase esqueci) repasse imediatamente este texto SENÃO bodes possuídos pelo demônio vão se mudar para sua casa e comer todas as suas meias, fazendo você pensar que alguma coisa esta errada com sua máquina de lavar, pois, suas meias sempre desaparecem. (via desciclopédia)
Tenha um bom dia!

PS: E, se você realmente adora correntes, saiba que você pode criar a sua PRÓPRIA corrente: aqui! *.*

terça-feira, 26 de abril de 2011

Já que tá na promoção, neam...

Então… sabe aquelas coisas que você deixa pra depois e o depois nunca chega? No meu caso, esse depois específico não chegava porque paravam de vender. E todo ano era a mesma coisa: deixa, depois eu compro e… nunca mais.

Desde quando a Kinder vende ovo de Páscoa? Não sei, não lembro. Mas o fato é que desde o primeiro ano que o vi lá, penduradinho, no meio de tantos outros ovos, eu o desejei. E nunca o tive. 

Um outro tipo de chocolate (geralmente branco) sempre ganhava seu lugar. E, acreditem, eram muitos! E foram todos muito bem-vindos, obrigada.

Anyway, esse ano… 

Foi a mesma coisa! Incrível! Primeiro eu me apaixonei pelo Laka de 730 gramas. O que era aquilo? Mas depois vi aquele ovo em forma de bombom, ah, um Ouro Branco gigante. Já era! Foi comprado um mês antes da Páscoa, e apesar das inúmeras tentativas do formigão que vive por aqui, conseguiu chegar intacto até domingo pela manhã. Entretanto, cada vez que ia ao mercado ainda continuava namorando-o a distância, mas... deixa para amanhã.

Daí, no domingo abri o ovo-bombom toda empolgada e… que decepção, hein? Dois bombons e um mísero ovinho como recheio e a espessura do chocolate? Não gosto nem de lembrar. E ainda teve gente (formigona) que teve a pachorra de reclamar, dizendo que ele dava AZIA! Agora, pergunta se eu consegui comer mais de um quarto do bendito ovo? =/

Bem, com tanto rebuliço na tv sobre os chocolates, Páscoa e o que sobrou, ou não, e com a iminente ida ao mercado, resolvi dar uma olhadinha nos ovos que restaram. Vai, né, que sobrou um, mesmo que quebradinho… só pra eu ver como é! =P

Na entrada do mercado, um menino com uns 9 anos, passava no caixa agarrado no seu Kinder ovo. Até comentei: pelo jeito que está agarrado, deve ser o último. 

Resultado: procurei e procurei nos que restaram e nada! Maldito menino gordinho que chegou antes de mim! Ok, ok, deixemos de infantilidade e despeito, ano que vem eu compro. (Se não aparecer outra novidade mais legal!) Afinal, deve ser só um kinder grandão e bem mais fininho. Bléh! 

Continuei minhas compras. Quando finalmente cheguei ao caixa: surpresa! Todos os 34874584593 ovos Kinder do mercado estavam ali! Agarrei o meu (que dúvida!) e vim para casa feito o menino gordinho que chegou antes de mim! =)

PS: Depois tiro uma foto da surpresa para postar aqui =P