segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Prospinha, o time da raça!!

Não sou assídua frequentadora de jogos de futebol, muito menos os de série "A". Salvo nos bons tempos do Criciúma...


Mas, quem nunca foi a um bom clássico de várzea ou de times série "D" não sabe o que está perdendo...


Prosperana desde pequenininha, voltei essa semana aos campos! E, com uma novidade: arquibancada.


Não que o estádio do Próspera só tenha instalado arquibancadas agora, mas é que eu sempre gostei da geralzona.


O estádio do Prospinha tem 4 classes de acomodações para seus torcedores: a arquibancada, a geral (embaixo das asquibancadas), a geralzona (morrinho gramado, com direito a barraquinhas em dias de final) e a boa e velha figueira (muitas vezes lotada! Os caras simplesmente não pagam R$2,00 para entrar no estádio, preferem subir na árvore e assistir o espetáculo de longe.)


Os jogos desses times menores, ao menos para mim, são garantia de diversão...


Afinal, onde, num jogo contra o Navegantes você escutaria:


(time do Navegantes atrasado) - Vai ver o barquinho furou na estrada!


Ou:


(jogador empurrado e caído fora do campo) - Aproveita que tá aí fora e não volta mais, seu... seu... seu... mentruz! Não, ô, laranjinha!!


Ou:


- Time da raça! (e outro) - Raça de ruim!!


Ou, ainda, quando você senta embaixo da cabine das rádios e levantam-se, você e dois amigos, indignados, para xingar algo:


(locutor) - Torcida da casa se revolta no Estádio Mário Balsini.


Ou, quando o locutor fala o nome do jogador errado e seu irmão vira para ele e o corrige:


- Fulano faz falta! - (correção) - Ah, não foi Fulano, foi Ciclano!!


Como você consegue escutar a fala de cada torcedor, se o espetáculo não estiver tão grandioso assim, a indignação da platéia é diversão garantida na certa!




PS: Da próxima vez, levo uma máquina e tiro uma foto da velha e boa figueira!!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Stayin' alive!

Fomos, eu e o Wolff, dois solteirões convictos de SharkCity, inscrever-mo-nos (aff!) na academia... (ahuhauhuahauahaua, mas é sério! !-( ... )
Decidimos nos despedir da nossa última noite de sedentários em grande estilo: cerveja, comida e shopping! yuppie!!
Acabamos o "shopping tour" na livraria, de onde levei para casa O Pequeno Príncipe, Antologia Poética e Através do Espelho e onde também conheci o Júlio, amigo do Wolff.
Depois, fizemos uma visitinha ao Moe... E veja quem também passou por lá? O menino da livraria, sim!, o Júlio...
Conversa vai, conversa vem... chegamos ao show dos Bee Gees cover (vergonha não ter postado esta noite sensacional aqui ainda!! =P).
Mas isso não é importante. O importante foi esse fato que o Júlio relatou:




'Stayin' Alive' do Bee Gees tem ritmo bom para massagem cardíaca


REUTERS


WASHINGTON - Médicos norte-americanos descobriram que a música "Stayin' Alive", sucesso da banda Bee Gees em 1977, possui o ritmo ideal para a realização de uma massagem cardíaca em uma vítima de ataque do coração.

A associação norte-americana do coração recomenda que as massagens cardíacas sejam feitas em um ritmo de 100 batidas por minuto em massagens cardiopulmonares . "Stayin' Alive" tem quase o mesmo ritmo, 103 batidas por minuto.

A RCP é uma técnica de emergência que envolve compressões o tórax ou respiração boca-a-boca. Ela é utilizada em situações de parada cardíaca, quando os batimentos cardíacos ou a respiração de um indivíduo param.

A RCP pode triplicar as taxas de sobrevivência em situações de emergência, mas muitas pessoas são inseguras sobre sua aplicação pois não sabem o ritmo adequado para as compressões. Pesquisas mostraram que muitos fazem as compressões muito lentamente durante a RCP.

Em um pequeno estudo dirigido pelo Dr. David Matlock da Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois em Peoria, a música "Stayin' Alive" ajudou 15 médicos e estudantes de medicina a aplicar massagens cardíacas em bonecos na velocidade adequada.

Depois de cinco semanas praticando a RCP com o auxílio da música, foi pedido que os participantes realizassem a RCP novamente mentalizando a música, e o bom ritmo das compressões foi mantido.

"O tema 'Stayin' Alive' é muito apropriado para a situação", disse Matlock em uma entrevista na quinta-feira. "Todos já ouviram a música pelo menos uma vez na vida. As pessoas conhecem a música e ela pode ser mentalizada."

As descobertas serão apresentadas neste mês durante um encontro da Academia norte-americana de médicos de emergência em Chicago.


http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,stayin-alive-do-bee-gees-tem-ritmo-bom-para-massagem-cardiaca,261114,0.htm




E tinha nome melhor para esta música? Pois é, colega! Detalhe que o paciente já pode acordar coreografando... Dedinho para cima! Ah, ah, ah, ah...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Mulher Perfeitinha

(Arnaldo Jabor)

Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura? Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes. Sou louco? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?

a. Escova toda manhã. A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão “Alisabel é que é legal”. Burra.

b. Na moda: estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar “desarrumada” nem enquanto estiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto. Credo.

c. Sorriso incessante: ela mora na vila do Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com orgulho - só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa, coitada.

d. Bunda dura. As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão.

Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps. Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda? Meu Deus…

Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem prá dela, nem prá sua!!!

sábado, 15 de agosto de 2009

O que tiver que ser, será!?!?!

Estava eu aqui... pensando... como se não tivesse mais um zilhão de coisas para fazer.

Ultimamente, há uma frase que ando escutando muito ou que é dita com a mesma regularidade de sempre mas que por algum motivo vem chamando minha atenção: "O que tiver que ser, será."

Será mesmo?

Confesso que muitas vezes já a usei, principalmente para justificar algo a mim mesma. Mas, hoje, pensando bem, eu simplesmente não acredito.

Não passa de um conformismo popular. No mesmo estilo: "É assim porque Deus quis." Quis mesmo? Ou você que não teve coragem suficiente para lutar?

A frase em questão envolve todo o misticismo do destino. Mas, o que é destino? Ele existe? Então não adianta me debater que tudo já está determinado? Todas as pessoas que conheço já me eram designadas, independente de minhas escolhas?

Prefiro acreditar que não. Que esse tal de destino até pode nos impor algumas situações. Mas que o futuro depende de nosso livre-arbítrio.

Afinal, se você ficar de braços cruzados ao invés de dar uma forcinha, não lutar, não correr atrás, é provável que o "será" nunca saia do tempo futuro. E, se sair, vai ser tão "de graça" que logo perderá o encanto.

É isso. Até posso acreditar nesse tal fator denominado destino. Mas acredito ainda mais na vontade das partes.