domingo, 28 de junho de 2009

Menção Honrosa

Passado o sufoco, o estresse, não podia deixar de fazer uma rasgaçãozinha de seda aqui... depois desse semestre tão atribulado, um agradecimento aos que se mostraram mais que amigos...


Aos meus três mosqueteiros: Rafael (Migueh), Fernando e Rafael... E a todas as horas de risada contagiante, de conversas, missas (e os dias de libertação) que me transportavam para longe da monografia...


Ao meu grande amigo William, que perdeu horas me animando e tranquilizando, lendo e corrigindo meus trabalhos e que, ainda não bastasse, me apresentou Mário Benedetti (o qual me deixou encantada desde a primeira leitura)...


As meninas da facul: Ivia, Júlia e Morgana, que apareceram do nada... Que seguravam a barra nas aulas, que estiveram cronometrando meu tempo na apresentação, que me cobriram no estágio e que bebemoraram comigo várias e várias vezes e a vários motivos...

E, ao meu irmão da vida toda: Tiago, o Ti... Onze anos de amizade ininterrupta, de socorros, emergências, de alegria, ao meu lado em todos os momentos mesmo que via torpedo ou twitter, a palavra certa (e nem sempre a esperada) na hora certa... E que frente ao meu desespero em vista da proximidade da apresentação, ainda conseguiu me deixar com um sorriso "de orelha a orelha":





Sinto-me tão lisonjeada de tê-los presente em minha vida nessa fase que se encerra... Obrigada!!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Primeiro Dia dos Namorados só meu!

Não, não, eu não namorei a vida inteira. Mas, após quase 9 anos de namoro... e com a minha idade... é quase como se fosse meu primeiro dia dos namorados solteira! Na idade "adulta" (como se eu realmente fosse hehehe) é mesmo...

Foi um bom dia, sem as pressões que o comércio exercem sobre a gente!! Não que namorar não seja tudo de bom, mas estou passando por uma fase ótima, me conhecendo melhor, sendo 'mais' independente, aprendendo meus limites e quando posso ou não deixar de ser uma 'macha de respeito'...

Então, já que não sai do trabalho a tempo de ir para Criciúma ganhar um colinho de papai e mamãe, dei uma geral nas coisas pendentes. Podia ter saído, mas a quarta/quinta-feira deixara vestígios... (essa fica para depois!)

Descobri que a noite do dia doze de junho é ótima para: ir ao mercado, ir à papelaria e colocar todos aqueles xerox e encadernações em dia e ir à biblioteca!

Entre a papelaria e a biblioteca, senti-me tentada a parar na locadora. Pensamento: "Uma comédia romântica, esse friozinho, pipoca, quem sabe até um vinho!" Cinco segundos depois: "Uma pessoa levemente alcoolizada (ou não, dependendo do sucesso ao abrir a garrafa de vinho - quase sempre negativo), sozinha, depressiva e chorando horrores (é, não posso assistir filme sozinha)".

Resolvi, por maioria de votos, devolver os livros que peguei para a monografia e pegar outros para a prova de estágio, segunda de manhã, argh! Foi quando decidi que se não assistiria a um filmezinho água com açúcar, podia ao menos ler um!

Dois minutos depois, já havia desistido da idéia, os títulos não estavam me agradando... muitas princesas... nada com um mexicanismo decente! Pensei em voltar para casa de mãos abanando e reler pela enésima vez a Bridget ou Elisabeth, quando lembrei de um clássico que queria ler havia tempo.

Dirigi-me ao computador de pesquisas com a certeza de que o título não existiria na Unisul, digitei "vento levou": um resultado. "Pedra branca", pensei. Baixei a tela e surpresa! vi que estava enganada, sim, era Tubarão, e, sim, estava ali disponível para leitura!

Bom, enquanto Mark Darcy e/ou Kevin Doyle não aparecem, Scarlet me faz companhia...